Artigo · a partir dos ensinamentos de Gilberto Franzoni
Dicas para uma Sessão de Ayahuasca
A respiração é uma grande chaveGilberto Franzoni
15 min de leitura
Quem vai a uma sessão pela primeira vez costuma se preparar para a coisa errada. Prepara-se para a intensidade — e a intensidade, quando vem, não é o problema. O que decide a qualidade da experiência é um punhado de coisas pequenas e concretas: como você se senta, para onde olha, o que faz com o ar, e o que não faz quando o corpo pede para levantar e ir embora.
Este texto é um manual. Serve para qualquer sessão, em qualquer casa, conduzida por quem for. Não substitui a orientação de quem está conduzindo o seu trabalho — segue sempre o que a casa pedir. Mas o que está aqui você pode levar pronto, e usar sozinho, sem depender de ninguém.
I
Comece pelo que a coisa é, porque metade da ansiedade nasce de uma expectativa trocada.
O chá é um astralizador: muda a sua frequência interna e amplia a percepção. Você passa a acessar dimensões que já estão aí e que, no dia a dia, não alcança. Não é alucinógeno — “ele não dá nenhum tipo de alteração na psique da pessoa”. Você bebe, tem a sua experiência, e depois volta ao normal. No Brasil, o uso religioso é protegido por lei desde 2005.
Duas correções que evitam frustração e alguns enganos sérios:
O chá não conversa com você. Ele não é uma entidade e não tem mensagem própria. Tudo o que aparece é sobre você, e quem está mostrando é o seu próprio ser. Quando alguém diz “o chá me falou”, quem falou foi a pessoa. Isso muda como você escuta o que vier: não como recado de fora, mas como informação sua.
Não é recurso para mediunidade. É o oposto de um trabalho de incorporação. Aqui se trata de perceber por dentro, com controle, sem ceder o corpo a ninguém. Se em algum momento você sentir que está sendo ocupado por algo, isso não faz parte do que se descreve aqui: abra os olhos, respire e chame quem está conduzindo.
II
A postura parece detalhe, e não é.
Sente-se com a coluna reta, os calcanhares juntos, as mãos tranquilas sobre as coxas. Pode encostar as costas; a coluna é que fica reta.
Não se deite. Deitar é a posição de dormir, e deitado você entra na horizontalidade e não pega tudo. Sentado, você mantém contato com o próprio corpo — e é isso que interessa, porque a consciência está no corpo inteiro, nas células, até no dedão do pé. Não é assunto de cabeça.
Pelo mesmo motivo, fique de olhos fechados a maior parte do tempo. O trabalho é para dentro.
III
Agora a informação mais útil deste manual, e a que quase nunca é dita: a direção do olhar escolhe o que você vê.
Não é simbolismo. É descrito como fato observável, e você pode verificar na hora:
Cabeça baixa — você desce. Vê as densidades, o que está por baixo, o que ainda não olhou.
Cabeça no horizonte — você vê este mundo mesmo, esta frequência.
Cabeça erguida — você sobe. Vê as dimensões superiores.
A mesma coisa dita em outra língua, para quem prefere: infravermelho, luz visível, ultravioleta. São descrições do mesmo espectro.
A consequência prática é imediata: a posição da sua cabeça é um controle, e está na sua mão. Se você precisa olhar o que está por baixo, abaixe. Se já viu o que precisava ver e quer subir, levante. Não é força de expressão.
IV
O ar é o instrumento que você tem na mão o tempo todo.
“a respiração é uma grande chave”. Puxe pelo nariz, solte pela boca. Devagar, fundo, com a cabeça levantada. Isso equilibra praticamente qualquer desconforto — estomacal, intestinal, e também a confusão mental.
Junto com a respiração, use a luz: olhe para uma fonte de luz e concentre-se nela. A luz tem a vibração do Sol, e concentrar-se ali muda o seu padrão vibracional. É por isso que, em muitos lugares, as luzes ficam acesas.
E guarde isto, que tira peso de quem chega tenso: “Não é uma regra ter o desconforto”. Pode simplesmente não vir.
V
Sobre o vômito, convém saber antes que há divergência.
Em muitos lugares ele é tratado como limpeza. Aqui a leitura é outra: “a gente não entende obviamente o vômito como uma limpeza”. Muitas vezes é o contrário — é fuga, é não conseguir manejar a energia que está se movendo.
Procure não vomitar, e o caminho é o mesmo: respirar, levantar a cabeça, segurar a atenção no corpo. Se não der, tudo bem — acontece, principalmente na primeira vez. Só há uma regra firme: não no banheiro. Vá para a grama, para a terra. É rápido, prático, higiênico, e a natureza dá conta.
E ao levantar da cadeira, levante devagar. Muita gente que não estava passando mal passa mal por causa do movimento brusco. Observe primeiro, veja se está firme, ande devagar.
VI
A regra que mais custa a quem está desconfortável, e a mais importante: você fica.
Quando a sessão abre, forma-se ali uma egrégora — um campo de energia coletivo, uma espécie de cúpula. Sair dele no meio do processo não alivia: expõe. Não vá até o carro, não fique andando pelo terreno, não vá embora antes do fim.
Há uma razão prática além da energética: com os sentidos abertos, do lado de fora tudo fica mais difícil de manejar, e é aí que as coisas dão errado. O desenho de uma sessão bem conduzida já cuida do retorno — a última dose costuma ser servida cerca de uma hora antes do fim, justamente para que o efeito assente e todos saiam aterrados.
E vale considerar, quando a vontade de ir embora aparecer, se ela é mesmo sobre o lugar — ou se é a mesma resistência de que se falou acima, agora vestida de vontade de sair.
VII
A experiência é sua, e só sua.
Daí decorrem três coisas práticas.
Não converse. Nem com quem veio junto, nem para contar o que está sentindo.
Não toque em ninguém. Este é o ponto delicado — marido e mulher, mãe e filha, dois amigos. A pessoa ao lado parece estar sofrendo e o impulso é acudir. Um toque basta para interromper o processo dela. E há o outro lado: quem acode costuma se identificar com o que o outro está vivendo e perde a própria experiência. Se alguém precisa de ajuda, quem ajuda é quem está conduzindo — é para isso que eles ficam de olho aberto.
Desligue o celular. Não no silencioso: desligado. Um alarme tocando num ambiente onde todos estão sensibilizados atravessa a sala inteira.
VIII
Quando apertar, saiba o nome do que está acontecendo.
O desconforto costuma ser você entrando em você e encontrando o que ainda não olhou. A imagem é doméstica e exata: é “o quartinho da bagunça”, e você acabou de abrir a porta. Não é para fechá-la. É para limpar.
Por isso, naquele momento, a pergunta útil não é quando isso passa. São estas três:
Por que eu não quero ver isso?
Por que eu não quero aceitar?
Por que eu não quero sentir?
E há uma frase que serve de bússola dentro e fora da sessão:
“Aonde a consciência de vocês estiver, ali você estará.”
Se a sua consciência está na reclamação, é ali que você está. Se está na alegria, é ali. Não é conselho de otimismo — é a descrição de um mecanismo, e dentro da sessão ele fica visível a olho nu.
IX
Agora os dois recursos que você usa sozinho, na hora, sem pedir nada a ninguém. Valem o preço deste manual, e por isso vão explicados por inteiro.
A Chama Trina
Comece por onde ela mora. No centro do peito, no ventrículo esquerdo do coração, existe um átomo — um só — que é chamado de Átomo Nous. É o seu sol interno. É dele que emana a vibração do Cristo Íntimo em você, e é para dentro dele que o ser recolhe toda a experiência de uma vida no momento da morte.
A Chama Trina é a chama que arde nesse ponto. Ela nasce da Chama Branca, que é a Unidade, e ao nascer se abre em três cores — e as três não são decoração, são as três forças que sustentam tudo:
Azul — a Força. O Pai Divino.
Dourada — a Sabedoria. O Filho Divino.
Rosa — o Amor. A Mãe Divina, o Espírito Santo.
Por que usá-la numa sessão? Porque ela está sempre ali, acesa, e não depende de nada externo. Quando a frequência desanda — a experiência subiu demais, a cabeça embaralhou, o corpo estranhou —, você não precisa de nada externo. Você chama a chama que já está acesa no seu peito e ela realinha.
Como usar, na versão curta. É o socorro, e funciona na hora. Repita, quantas vezes for preciso:
Eu sou a Chama Trina.
Eu sou o que eu sou.
Enquanto repete, concentre-se no coração e veja a chama crescer: primeiro no peito, depois em todo o corpo, até inundar você.
Como usar, na versão inteira. Esta é a invocação completa, que vale conhecer porque nomeia cada cor e fecha na Unidade:
Eu sou o que eu sou.
Eu sou a Chama Trina.
Eu sou a Chama Azul, eu sou a Força.
Eu sou a Chama Dourada, eu sou a Sabedoria.
Eu sou a Chama Rosa, eu sou o Amor.
Eu sou a Chama Branca, eu sou a Unidade.
Eu sou o que eu sou.
Repare no desenho do decreto: ele abre em você mesmo, atravessa as três forças e fecha na unidade de onde elas saíram.
Uma nota que não é sobre sessão nenhuma, mas que vale guardar: esse mesmo exercício, feito na cama com a chama inundando o corpo inteiro, resolve insônia. Cinco minutos.
A Mãe Divina
Aqui há um mal-entendido tão comum que convém desmontá-lo antes de qualquer coisa.
A Mãe Divina não é uma pessoa. Não é a mãe de Jesus, não é uma santa, não é uma figura histórica. É uma força da natureza. Gaia — o planeta — é uma Mãe Divina. E existe uma Mãe Divina dentro de você: é a sua própria força feminina interior, a mesma que as tradições chamam de Kundalini e que dorme na base da coluna.
Duas coisas que ela faz, e que explicam por que se recorre a ela:
Ela intercede. É a intercessora junto às questões espirituais. Ela pega a informação daqui, deste plano, e leva para cima — e traz de volta o que precisa vir. Quando a pessoa está pronta, ela a entrega ao Pai e sai de cena.
Ela é quem elimina. Todo trabalho de eliminação de defeito é feito por ela — você reconhece, compreende e entrega; quem desintegra é ela. Um dos aspectos dela é a Mãe Morte, e é essa parte que ajuda a gente a morrer em si mesmo.
Como pedir. Não existe fórmula obrigatória, e é justamente esse o ponto: pede-se com as palavras que se tem. Se você estiver passando um apuro na sessão, faça a invocação e fale com ela do jeito mais simples possível — Mãe Divina, estou passando um apuro aqui, me ajuda. É assim que funciona.
E se quiser a forma que se usa nos trabalhos, ela é esta: chama-se três vezes — Mãe Divina, Mãe Divina, Mãe Divina — e então se pede, de todo o coração, de toda a alma e de todo o ser que você é.
E o terceiro recurso: levantar a mão
Se nada disso resolver, chame quem está conduzindo. Pode ser um arquivo que ficou aberto, pode ser um processo em curso que precisa de ajuda de fora. Ninguém precisa atravessar sozinho aquilo que ainda não sabe nomear — e pedir ajuda, aqui, não é fraqueza: é parte do método.
X
Duas orientações sobre o corpo que costumam pegar de surpresa.
Não coma durante. Se bater uma sensação no estômago que parece fome, ela quase nunca é: “não é fome, é processo”. Entre em sintonia com aquilo e espere. A comida vem no fim, junto com todo mundo, e faz parte de aterrar.
Se não sentir nada, você pode beber mais. Cada corpo tem uma química: uns precisam de meio copo, outros de um, outros de mais. Beber de novo não é sinal de nada, e não beber também não. O que não faz sentido é passar três horas sem experiência alguma — se for esse o caso, procure quem está servindo.
XI
Sobre exercícios conduzidos — e sobre o que fazer quando não há nenhum.
Em alguns trabalhos, no meio da sessão, propõe-se um exercício coletivo: um decreto, uma prática, uma meditação guiada. Se for o seu caso, duas coisas.
A primeira: no Espaço Sagrado AYASER, o exercício é livre. Ninguém é obrigado, e o motivo não é de etiqueta. Nenhuma força superior entra em você sem que você abra — a sua integridade é preservada, sempre, e ninguém tem permissão de fazer nada que você não queira. Por isso, antes de começar, consulte o seu coração e espere a resposta. Se ela for não, fique na sua experiência: está tudo certo.
Em outra casa, não presuma. Cada trabalho tem o seu desenho, e o que é livre aqui pode ser parte obrigatória do rito ali. Se você não sabe, pergunte antes de a sessão começar — e siga o que a casa pedir.
A segunda: se você aceitar, entre inteiro. Metade da força do exercício está em fazê-lo junto com o grupo — é o coletivo que amplifica o que cada um está propondo sozinho.
E se no seu trabalho não houver exercício nenhum, você não está em desvantagem. Leve o seu. A Chama Trina e o pedido à Mãe Divina bastam, e você pode fazê-los em silêncio, sem que ninguém perceba. Se você tiver um tema — uma pergunta, uma pessoa, um defeito que quer olhar —, entre com ele e volte a ele sempre que a atenção se dispersar. Sessão sem foco vira passeio: a pessoa bebe e fica perdida nos próprios pensamentos.
XII
E aqui está o que quase todo mundo desperdiça.
A sessão tem uma curva, e o ponto mais alto não é o meio — é o trecho que vem logo depois do momento mais forte, quando a energia já subiu e você ainda está inteiramente dentro dela. É ali que se está em estado de graça.
Use esse trecho para o que importa de verdade: os pedidos que você não faz em voz alta, aquilo que mais incomoda, aquilo que você tem mais dificuldade de entregar. Quem trata essa parte como intervalo perde a melhor hora do dia.
Pelo mesmo motivo, fique até o fim. Depois vem a conversa, a comida, o assentar do efeito — e isso também é parte do trabalho, não cortesia.
XIII
Por fim, o que fazer com aquilo depois.
A sessão não é o acontecimento. É a ferramenta. A luz do chá é emprestada: ela mostra, mas não fica. A luz que fica é a que você constrói — e ela se constrói na semana, não no dia.
Então o que você leva para casa não é a lembrança: é o exercício. O decreto continua valendo amanhã. A auto-observação diária é o que transforma a experiência em mudança. E o que não se concluiu ali — um perdão que ficou pela metade, um defeito que apareceu e não caiu — se retoma depois, porque tudo isso é por etapas.
Nada aqui precisa ser aceito por autoridade, e essa é a única regra que vale mais que todas as outras: pratique, observe dentro de você, e verifique. Se não bater com a sua experiência, descarte.
XIV
Por último, duas dicas que não são dele. São minhas, de quem organiza este site e já foi a algumas sessões.
Leve tudo escrito num papelzinho. A Chama Trina, o pedido à Mãe Divina, as três perguntas — copiados à mão, no bolso. Dentro da sessão a memória não é confiável, e o papel resolve: você abre os olhos, lê, e a leitura já reconecta você com aquilo. Funciona muito bem, e é o tipo de coisa em que ninguém pensa antes de sair de casa.
E leve também o alinhamento dos corpos internos. É uma prática do S.E.R., feita no meio da sessão, depois do sino: você afirma, um a um, cada um dos sete corpos, e enquanto afirma fica atento ao corpo. Onde aparecer uma reação — uma tensão, um incômodo, uma parte que responde —, ali está atuando o que você precisa olhar. É por isso que ela serve tão bem numa hora de apuro: em vez de brigar com o desconforto, você descobre em que corpo ele está.
Um aviso honesto, porque a dica é minha e a responsabilidade também: essa é uma técnica um pouco mais avançada. Quem está começando pode não dar conta de sustentar a atenção nos sete, e tudo bem — não é fracasso nenhum. A Chama Trina resolve o apuro e não exige treino. O alinhamento é o passo seguinte, para quando o primeiro já estiver na mão.
Em poucas palavras
Perguntas frequentes
Como se comportar numa sessão de ayahuasca?
Sente-se com a coluna reta, os calcanhares juntos e as mãos tranquilas sobre as coxas, de olhos fechados a maior parte do tempo, porque o trabalho é para dentro. Pode encostar as costas, mas não se deite: deitado você entra na horizontalidade e não pega tudo. Sentado, você mantém contato com o próprio corpo, e a consciência está no corpo inteiro.
Fonte: Sessão Instrutiva 22, Reconciliação; Live 20, Como Utilizar Ayahuasca para o Processo de Ascensão; Sessão Instrutiva 106, Templo de Alden
A ayahuasca é alucinógena?
Não. O chá é um astralizador: muda a sua frequência interna e amplia a percepção, e não dá nenhum tipo de alteração na psique da pessoa. Você bebe, tem a sua experiência e depois volta ao normal.
Fonte: Sessão Instrutiva 14, O Poder dos Chakras; Sessão Instrutiva 120, Resgate em São Roque SP; Sessão Instrutiva 11, Conciliação
O que fazer quando a sessão de ayahuasca aperta?
Respire: puxe o ar pelo nariz e solte pela boca, devagar, fundo, com a cabeça levantada, e olhe para uma fonte de luz, concentrando-se nela. Isso equilibra praticamente qualquer desconforto, estomacal, intestinal e também a confusão mental.
Fonte: Sessão Instrutiva 120, Resgate em São Roque SP; Sessão Instrutiva 114, As Leis Herméticas em Campos do Jordão SP; Sessão Instrutiva 101, A Ressurreição
Vomitar na ayahuasca é limpeza, segundo Gilberto Franzoni?
Não. Nessa leitura o vômito não é entendido como limpeza; muitas vezes é fuga, é não conseguir manejar a energia que está se movendo. Procure não vomitar respirando, levantando a cabeça e segurando a atenção no corpo; se não der, tudo bem, só não vá ao banheiro: vá para a grama, para a terra.
Fonte: Sessão Instrutiva 120, Resgate em São Roque SP; Sessão Instrutiva 101, A Ressurreição; Sessão Instrutiva 109, Reconciliação em Rolândia PR
Posso sair da sessão de ayahuasca se estiver desconfortável?
Não: você fica até o fim. Quando a sessão abre, forma-se uma egrégora, um campo de energia coletivo, uma espécie de cúpula, e sair dele no meio do processo não alivia, expõe. Além disso, com os sentidos abertos, do lado de fora tudo fica mais difícil de manejar.
Fonte: Sessão Instrutiva 101, A Ressurreição; Sessão Instrutiva 123, Os Elementais da Natureza em Apucarana PR
Posso conversar ou tocar em quem está do meu lado na sessão de ayahuasca?
Não, porque a experiência é sua, e só sua. O toque faz a pessoa ao lado se desconcentrar e perder um pouco do processo, e quem acode costuma se identificar com o que o outro está vivendo e perde a própria experiência. Se alguém precisa de ajuda, quem ajuda é quem está conduzindo.
Fonte: Sessão Instrutiva 120, Resgate em São Roque SP; Sessão Instrutiva 101, A Ressurreição; Sessão Instrutiva 14, O Poder dos Chakras
Como pedir ajuda à Mãe Divina durante a sessão de ayahuasca?
Fale com ela do jeito mais simples possível: Mãe Divina, estou passando um apuro aqui, me ajuda. Não existe fórmula obrigatória, pede-se com as palavras que se tem. Nos trabalhos, ela é chamada três vezes seguidas antes do pedido.
Fonte: Sessão Instrutiva 92, O Poder dos Chakras em São Roque SP; Sessão Instrutiva 101, A Ressurreição
Para onde olhar durante a sessão de ayahuasca?
A direção do olhar escolhe o que você vê: de cabeça baixa você desce e vê as densidades, com a cabeça no horizonte vê este mundo mesmo, e de cabeça erguida sobe e vê as dimensões superiores. Por isso a posição da sua cabeça é um controle que está na sua mão: se precisa olhar o que está por baixo, abaixe; se já viu e quer subir, levante.
Fonte: Sessão Instrutiva 10, As Leis Herméticas; Sessão Instrutiva 100, Mãe Divina em São José dos Campos SP
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